Postado em: 25 de abril de 2022 | Por: Ezequiel Neves

CANDIDATURA DE WEVERTON SOFRE PROCESSO DE INANIÇÃO; SEGUNDA COLOCAÇÃO ESTARIA AMEAÇADA

 

Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) realiza audiência pública interativa com o ministro de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a fim de prestar informações sobre as prioridades e diretrizes da pasta sob sua responsabilidade. À bancada, senador Weverton (PDT-MA). Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

A pré-candidatura do PDT ao governo do estado sofre processo de inanição. O foguete perdeu quase toda a tripulação, partidos, deputados e prefeitos que eram considerado os pilares da pré-campanha retiram apoio e transformaram o senador Weverton Rocha  em presa fácil para a concorrência. Até a condição de segundo colocado na corrida ao Palácio dos Leões estaria ameaçada, conforme comentam nos bastidores da sucessão.

O senador, após o ex-governador Flávio Dino (PSB) declarar apoio à reeleição do governador Carlos Brandão (PSB), vem sofrendo processo de esvaziamento acelerado e até a senadora Eliziane Gama (Cidadania) que havia manifestado seu apoio ao pedetista, reavaliou sua posição, tentou convencê-lo a desistir do projeto pessoal, mas diante da recusa, preferiu atender os apelos do ex-governador Dino e, em nome da unidade do grupo, declarou apoio a Brandão.

Esvaziado, Weverton corre o risco de ser ultrapassado pelo ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), considerado muito forte eleitoralmente na capital que administrou por oito anos e até pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim. Edivaldo vem surpreendendo em suas andanças pelos municípios contando com apoio de lideranças locais e carisma de político simples e sintonizado com os anseios da população.

O represente do PDT iniciou, que iniciou a pré-campanha como se estivesse disputando uma corrida de cem metros, se vestiu de favorito, montou num foguete e saiu pelo interior do estado prometendo mundos e fundos para quem acreditassem seu projeto pessoal, pelo visto, falta-lhe credibilidade para sustentar o discurso; ficou claro que os votos que o elegeu senador em 2018 foram fruto do esforço pessoal ao então governador Flávio Dino (PSB).

Longe do guarda-chuva de Dino e sem a proteção do grupo governista, que optou por Carlos Brandão para ser seu candidato ao governo, Weverton começou a definhar. Primeiro perdeu o apoio das grande maioria dos partidos que integram a base de sustentação do governo, prefeitos, inclusive do PDT, pularam foram da barca, deputados mudaram de palanque e para finalizar o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Othelino Neto, desistiu de trocar o PCdoB pelo PDT e declarou apoio à reeleição de Brandão.

Para quem está em campanha declarada desde que foi eleito senador dizendo ser candidato de um grupo e chegar a essa altura da pré-campanha praticamente sozinho, em pleno declínio e sem força para reagir é um péssimo sinal. Mostra que a liderança que o senador pesava ter se restringe a uma parcela do PDT, pois nem a totalidade do partido (os históricos e muitos prefeitos não apoiam a candidatura) acredita em seu propósitos.

O histórico depõe contra o candidato.

DoJorgeVieira

Nenhum comentário:

Postar um comentário

ATENÇÃO!
Todos os comentários abaixo são de inteira RESPONSABILIDADE EXCLUSIVA de seus Autores(LEITORES/VISITANTES). E não representam à opinião do Autor deste Blog.